sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

A VOZ DO POVO


 Vereador  Chico Estrella




VITÓRIAS no campo... CONQUISTAS na vida!

Muito se tem dito sobre os efeitos pedagógicos do esporte na formação

de uma vida e de um caráter; o futebol, então, no nosso país e no

mundo inteiro, tem sido assim esta grande escola de homens

perseverantes e combativos, mas que também aprendem cedo a respeitar o

próximo e as regras de bem viver em sociedade. Chico Estrella Dantas é

um exemplo destes homens que, criado no mundo do futebol, soube trazer

para a vida pública e familiar as lições que aprendeu no "fair-play"

de uma longa vida de companheirismo e disciplina dentro das quatro

linhas dos gramados! Com um aguçado senso de companheirismo e

solidariedade, Chico tem se destacado no cenário político da sua

cidade, Vitória da Conquista, como um daqueles craques que está sempre

com um conselho, uma palavra de ânimo e, ao mesmo tempo, com a firmeza

e a liderança de quem veste a camisa do seu povo e, se um dia o

técnico se ausentar, pronto para assumir o comando e conduzir nosso

escrete na conquista do campeonato. Campeonato este, explica-se, como

uma metáfora da batalha que nossa terra trava todos os dias para

vencer o subdesenvolvimento e subir para a primeira divisão das

cidades evoluídas, prósperas e de um povo feliz e bem amparado. A esta

exitosa experiência, outras vieram se somar na gestão de uma liderança

política autêntica e promissora que Chico Estrella representa: Uma

família exemplar capaz de refletir a integridade e a força dos

princípios cristãos e uma longa e idônea atividade como empresário,

honesto e agente da prosperidade financeira da nossa cidade. Parece

pouco, embora raro hoje em dia, homens qualificados assim para a vida

pública, mas é o suficiente para participar com humildade no

enfrentamento dos grandes problemas que nossa terra irá enfrentar

nessa década que transcorre. Chico Estrella, como já dito acima, é um

atleta do coletivo, das mãos unidas, e sabe que sua modesta

competência, quando somada com a vossa, caro leitor, será capaz de

conduzir uma corrente de entusiasmo e energia suficientes em acordar

nossos líderes da letargia e do desânimo, ouvindo e apresentando

ideias, projetos, soluções e atitudes que arrastará a todos nós para

os trilhos do progresso e da vida feliz que é o destino desta cidade,

conforme os sonhos e as esperanças dos nossos ancestrais que

construíram esse município. Somos o futuro deles, somos o fim de todos

os seus esforços, e, nas lutas políticas que doravante travaremos ao

lado desse vigoroso atleta que é o Chico Estrella, poderemos imaginar

estes nossos ancestrais na arquibancada do Paraíso, vibrando com cada

golaço, cada jogada, cada lance criativo e empolgante, goleando sem

perdão o time adversário da decadência, da corrupção e do abandono!

Passa a bola, lança na área e deixem o Chico cabecear... E corram para

o abraço!


C.R.S

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Mostra “Nordestern: bangue-bangue à brasileira” abre agenda gratuita do ano na Cinemateca



Cena do filme "Sertânia" (Foto: Divulgação/Miguel Vassy)

Movimento social ocorrido no Nordeste entre o final do século XIX e o início do século XX, o cangaço tem uma presença extensa na filmografia brasileira. Ele começa a aparecer no cinema nordestino, sobretudo pernambucano e baiano, a partir de 1925, quando o fenômeno estava em pleno andamento, em filmes como “Filho sem mãe” (1925), “Sangue de irmão” (1927) e “Lampião, a fera do nordeste” (1930). Desses títulos, infelizmente, nenhum sobreviveu. Seguindo essa temática, a Mostra “Nordestern: bangue-bangue à brasileira” abre a programação gratuita de 2023 da Cinemateca Brasileira e fica em cartaz de 19 a 28 de janeiro, na sala Grande Otelo. 

O título mais antigo da mostra, “Lampeão” (1936), é um registro documental raro e intrigante de Lampião, Maria Bonita e seu grupo, mostrando cenas cotidianas de lazer e tranquilidade realizadas com grande esforço pelo cinegrafista Benjamin Abrahão, cuja odisseia para conquistar a confiança do grupo é ficcionalizada 60 anos depois em “Baile perfumado”(1996).

Mas é com “O Cangaceiro” (1953), de Lima Barreto, filme que completa 70 anos em 2023, que a representação do cangaço, do Nordeste e do bangue-bangue se consolida como um estilo cinematográfico tipicamente brasileiro, batizado pelo crítico Salvyano Cavalcanti de Paiva de nordestern. Isso porque esses filmes tinham uma clara inspiração nos westerns americanos e seus filmes de aventuras no Velho Oeste. Gênero controverso, tal como o próprio cangaço, por retratar o movimento por vezes como excessivamente violento, por vezes sob uma ótica romantizada e heroica, o nordestern foi produzido inclusive no Sul do país, sempre evocando os signos e o imaginário em torno do Nordeste, sua história e cultura.

De “A morte comanda o cangaço” (1960), passando pelo documentário sociológico “Memória do cangaço” (1964), pelo épico de Glauber Rocha “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” (1967), pelo importante documentário “A musa do cangaço” (1982), que aborda a participação das mulheres no cangaço, até produções contemporâneas que evocam o fenômeno, como “Bacurau” (2019) e “Sertânia”(2019), dentre outros, a mostra convida o público a apreciar o mosaico de produções que compõem esse movimento do cinema brasileiro.

A programação inclui também uma conversa com Kleber Mendonça Filho, co-diretor de “Bacurau”, antes da exibição de seu filme no dia 19, quinta, e uma mesa de conversa sobre mulheres no Cangaço no dia 28, sábado, com Walnice Nogueira Galvão e Maria do Rosário Caetano, organizadora do livro “Cangaço: o nordestern no cinema Brasileiro”, que estará à venda no foyer Grande Otelo depois do debate. 

Sessão Infantil 
E a partir de janeiro de 2023, a Cinemateca Brasileira inicia sessões dedicadas às crianças com frequência quinzenal, sempre aos sábados. Serão exibidos filmes brasileiros e estrangeiros, de diferentes períodos e estilos, de modo a fomentar a formação de público cinematográfico desde a infância.

Fonte: Tela Viva

ARTE MODERNA, SEM RIMA E SEM MÉTRICA

Allan de Kard 


ZOOANTROPIA


Eu sou filhote da arte moderna. 

Já nasci rompido com a métrica e o academicismo.

Minha arte vagueia no livre pensar, e num mergulho na intuição, constrói narrativas mitológicas, que quando iluminada pela razão se faz filosofia.

  Religa com o Divino,  não é fé Dogmática, pois é Fé raciocinada,

   Jamais se perde nos labirintos da Ciência, pois é puro sentimento.

  Minha arte é Sã, minha fé não é vã.

Allan de Kard  Verão de 2022